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Banco Popular

O nome não poderia ser mais português, mas a verdade é que o Banco Popular (BP) não é luso e sim espanhol. A sua história já conta com um percurso de 84 anos, mas em solo nacional opera somente desde 2003, embora neste curto espaço de tempo os argumentos que apresenta aos clientes portugueses os tenham convencido, tal como aconteceu com os “nuestros hermanos”.

As primeiras acções do Banco Popular aconteceram em finais de 1926, ano em que se fundou. Porém, a sua grande expansão coincidiu posteriormente com a revisão total à marca e posição do mercado, em 1947, altura a partir da qual se passou a denominar como Banco Popular Espanhol (BPE) e aumentou substancialmente o seu capital com a entrada de novos credores vindos directamente do movimento bolsista.

Hoje em dia, a 16 anos do seu centenário, o BPE detém uma rede de cinco instituições regionais (Banco de Andaluzia, Banco de Castela, Banco de Galiza, Banco de Crédito Balear e Banco de Vasconia), além de uma vasta presença em França, onde até há bem pouco tempo possuía duas dezenas de filiais, algumas das quais a meros passos de se tornarem agências oficiais.

Os principais marcos na história do Banco Popular aconteceram precisamente com uma revisão à sua imagem e numa fase posterior com a implementação em mercados dos países vizinhos, Portugal e França. A entrada neste último teve lugar ainda em 1968 com um escritório aberto em Paris, mas no início dos anos 90 já contava com 14 sucursais, actualmente ultrapassadas com mais de seis novos espaços.

A chegada à terra de Camões deu-se em plena entrada no século XXI, mais concretamente no início de 2000, altura em que tentou estabelecer uma rede aglomerada de agências. A boa prestação destas acabou por impulsionar o crescimento e três anos mais tarde adquire participação maioritária no Banco Nacional de Crédito, integrando-o no grupo Banco Popular Espanhol, tendo-se alienado a denominação daquele primeiro, que passou a ser oficialmente o Banco Popular Portugal.

Num movimento anterior em 1992, o BPE tornou a sua subsidiária parisiense numa joint venture em conjunto com o Banco Comercial Português, união da qual saiu uma entidade com imagem renovada, o Banco Popular Comercial, capacitado para actuar nas duas nações como uma e a mesma instituição, acabando a individualidade que existia anteriormente. Desta forma, a nova empresa agiria, tal como permanece hoje em dia, unificadamente e sob gestão do Banco Popular Espanhol, seu detentor exclusivo.

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