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Caixa de Crédito Agrícola – CA

Foi no ano de 1911 que começou a actividade da Caixa de Crédito Agrícola como hoje se conhece, mas quatro séculos antes já tinham sido encetadas aquelas que seriam mais tarde as bases fundamentais de um banco de sucesso. Convirá, por isso, olhar um pouco a longuíssima história de uma sólida empresa do mercado financeiro português.

Antes da fundação do banco, por decreto lei e às mãos do então ministro do Fomento, Brito Camacho, a rede nacional da Santa Casa da Misericórdia tinha iniciado a concessão de primitivos empréstimos que serviam para estimular a (quase) inexistente economia. Porém, foi em 1948 que a primeira ajuda deste género surgiu e mais tarde sofreu uma melhoria considerável com a abertura dos Celeiros Comuns (1576), uma entidade extremamente inovadora que só passada uma centena de anos “migrou” para outras nações (Escócia, 1649) e apenas dois séculos mais tarde (mais concretamente em 1765) atingiu um dos países mais desenvolvidos do continente europeu, que continua a sê-lo hoje em dia, a Alemanha.

Depois da sua abertura com o estatuto oficial de instituição bancária a 1 de Março de 1911, foram necessários oito anos para que o regulamento legislativo confirmasse a entidade como Crédito Agrícola Mútuo. A partir desse momento houve um alargado período de crescimento e somente no decurso da profunda crise dos anos 30 do século passado o negócio vacilou, tendo voltado a sofrer retracções, ainda que menores, já em pleno século XXI, fruto do agitar permanente (e ainda actual) dos mercados.

Crises à parte, a Caixa de Crédito Agrícola manteve-se firme no panorama nacional e foi no seguimento dessa política interna de solidez que a Caixa Central se inaugurou em 1984, a 20 de Junho, numa procura de solucionar algumas dificuldades que uma rede de associados não concentrada representa para qualquer empresa. Três anos mais tarde, um diploma oficial (Decreto-Lei nº 182/87) consagra o então denominado Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo (FGCAM), um organismo criado para facilitar a gestão aglomerada dos serviços e optimizar os recursos de forma sustentável.

A última grande alteração no seio da Caixa teve lugar em 1998, altura em que foi decidido pela administração avançar para a reestruturação da Caixa Central e Caixas Associadas numa mesma base de dados informática, compilada num sistema único e não separadamente como sucedia até à data. Desta forma, obteve-se um funcionamento consideravelmente superior ao nível da monitorização, colocando os dados dos clientes acessíveis a partir de qualquer filial e não apenas naquela em que se efectuou o registo.

Hoje em dia a instituição está em quase todos os concelhos do país através de sede própria ou representantes oficiais, garantindo assim presença em território nacional graças a uma vasta e capacitada rede de apoio que assegura a satisfação dos seus clientes em qualquer situação.

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