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Deutsche Bank Portugal

Nascido no país com uma das economias actualmente mais sólidas e desenvolvidas do mundo, o germânico Deutsche Bank (DB) acumula a história de 140 anos de implantação em diversas nações além da Alemanha, sempre com uma política que continua a manter a instituição no topo do sector que integra sem quaisquer sobressaltos.

Um dos galardões que reconheceu a eficácia empresarial da entidade alemã foi entregue pela International Financing Review, publicação de referência no mercado financeiro, para a qual o DB foi o Banco do Ano em 2005. Contudo, várias são as condecorações recebidas pelo grupo desde a sua fundação, comprovando desta forma a boa gestão e adequadas estratégias de actuação fixadas.

Com as “agulhas” apontadas sobretudo para a Europa, nomeadamente a parte Ocidental, a instituição germânica conta neste momento com um volume de negócio global que ultrapassa os 990 biliões de euros, montante resultante de transacções fechadas a partir de representações instaladas em 73 países nos quatro cantos do planeta. Não é, portanto, surpreendente, a quota de mercado detida pelo DB, assim como a variedade de produtos e serviços oferecidos em contextos distintos de nações com ritmos que lhes são únicos.

Deutsche Bank em Portugal

Em actividade desde o início de 1870 e controlado a partir de Berlim, o Deutsche Bank cedo disputou mercados internacionais, entre os quais Portugal, onde a entidade chegou em 1978 com gestão outorgada à MDM, consultora financeira que venceu a “corrida” à representação da multinacional bancária germânica em território nacional.

Após duas décadas sob a responsabilidade maioritária da MDM e na sequência da reestruturação desta em sociedade de investimentos (1983), o DB exerceu direito de exploração da marca em solo luso e voltou a administrar a entidade em Portugal. A alteração reduziu substancialmente o tempo de resposta em determinadas situações e agilizou de forma considerável os processos, agora com ligação directa à casa-mãe em Berlim e todas as vantagens que daí advêm para a empresa e os seus clientes.

Ao longo da presença em solo lusitano, a instituição tem consolidado a sua confiança perante os clientes, tendo direccionado esforços para o sector particular e mais tarde empresarial, com bons resultados alcançados em ambos os segmentos. Esse crescimento acabou por impulsionar a ampliação da oferta, algo que sucedeu já perto do virar do milénio com a entrada em mercados de investimentos de alto risco.

A decisão tomada com vista à expansão de horizontes, mas especialmente a potencializar ganhos em período de crise, tem gerado fundos adicionais para aquisições de empresas em dificuldades, particularmente outros bancos, acções que se tornaram frequentes e têm concentrado os recursos nos grupos de maiores dimensões, alienando pequenas instituições, muitas vezes familiares, voltando a colocar o poder de decisão nas grandes multinacionais.

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