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Finibanco

As primeiras operações do Finibanco começaram já em pleno século XX, mais concretamente no final da década de 80, embora somente em 1993 a empresa tenha sido reconhecida oficialmente como “instituição de crédito”, entrando para o vasto conjunto de entidades que competiam entre si neste sector.

Embora tenha assumido definitivamente o seu lugar nos últimos dez anos do século (e milénio) passado, a fundação da sua origem havia ocorrido em 1989, ano em que se deu a conhecer ao mundo como Finindústria – Sociedade de Investimentos e Financiamento Industrial, S.A. Este seu antecessor acabou por ser a incursão inicial daquele que viria a ser o banco tal como hoje o conhecemos entre nós.

Antes de consagrada à sua imagem (peixe voador) e designação (Finibanco) actuais, teve lugar uma acção determinante para a evolução posterior da instituição, a supra-mencionada passagem de sociedade anónima (SA) para banco, tanto em termos legais como estatutários. Somente após a transformação (1993) se verificou um crescimento sustentável da empresa, mas desde então tem conseguido implementar-se em todo o território nacional, tendo-se igualmente expandido para Angola (com quota maioritária de 60 por cento no Finibanco Angola) e Luxemburgo, onde procura estabelecer-se como uma entidade pessoal e de confiança, sustentada no valor de proximidade, o lema maior de actuação da entidade desde o seu nascimento.

Com um capital social presentemente detido na totalidade pela Finibanco Holding SGPS S.A., a gestão absoluta do património está a cargo de Humberto Costa Leite, que acumula a responsabilidade de administração dos activos e passivos do banco. Neste lote estão incluídas as actividades além da sua área nuclear de acção, a financeira, cuja legítima representação se realiza sob a forma do Finicrédito, Finivalor, Finibanco Vida, Finisegur e Finimóveis, cinco subsectores explorados pelo Grupo Finibanco.

Lançada OPA sobre o Finibanco

Ainda que o negócio não esteja concluído à data, tudo indica que o Finibanco venha a ser adquirido pelo Montepio Geral e neste integrado, pois desde Junho que este último decidiu levantar uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a instituição gerida pela família Costa Leite.

O resultado deste eventual negócio continua sem ser conhecido, mas as informações divulgadas pela administração de ambas as entidades leva a crer que os accionistas se decidam pela aceitação da proposta a curto prazo. Contudo, à semelhança do que aconteceu com outros “pequenos” bancos, a transacção poderá ser negada à última hora e tudo dependerá dos próximos desenvolvimentos, nomeadamente a evolução da situação económica do país a breve trecho, dado ter sido essa a conjuntura que incitou os responsáveis do Finibanco a considerarem a sua venda após 17 anos de sólida presença no mercado financeiro nacional.

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