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História da Imprensa Nacional

A actividade desta instituição lusitana foi encetada no longínquo período de 1768, ano em que a Imprensa Nacional nasceu oficialmente à luz do alvará concedido por D. José I. No entanto, a sua designação foi distinta ao longo dos tempos, tendo-se inicialmente dado a conhecer como Impressão Régia e mais tarde como Oficina Tipográfica, nomes que os sinais do tempo acabaram por eliminar em favor de Imprensa Nacional (1820-23; 1833-1972), por sua vez suprimido na sequência da fusão desta entidade com a Casa da Moeda, da qual resultou a actual empresa pública conhecida como Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM).

Na génese da sua criação esteve a missão de desenvolver uma empresa “útil e respeitável pela perfeição dos caracteres e abundância do asseio das suas impressões”, palavras não atribuídas que se podem ler nas publicações próprias da instituição e na sua respectiva página online. Aliás, a busca por essa excelência e qualidade do trabalho é ainda hoje em dia uma marca que a entidade faz questão de sublinhar como o seu traço de maior distinção perante as demais empresas do ramo em Portugal.

A singularidade do trabalho da Imprensa Nacional é reconhecida não só a nível interno como também externo, tal como o evidenciam os diversos prémios arrecadados nas exposições da especialidade que galardoam os melhores trabalhos tipográficos. Foi por esta projecção que ganhou notoriedade e relevo no mercado português, o que aliado ao facto de ser uma entidade pública lhe garantiu – e continua a assegurar – um lugar muito importante no panorama lusitano.

No espectro literário do país foi também um agente determinante, sobretudo no século XIX, período em que atingiu o seu auge como pilar fundamental de divulgação da cultura e língua portuguesas, nomeadamente através de uma estreita colaboração com a sua homónima brasileira. Em conjunto ambas foram responsáveis pela materialização de dezenas de milhares de obras literárias, informativas e demais géneros impressos, pelo que é absolutamente incontornável mencionar a entidade quando se fala na história da área em que se inscreve, a imprensa, mas igualmente quando o assunto central é o património linguístico e cultural português.

O legado da Imprensa Nacional permanece intacto, bem como a sua actividade, embora actualmente opere em uníssono com a Casa da Moeda sob a identificação de INCM, empresa pública que surgiu a 4 de Julho de 1972 por fusão daquelas duas primeiras instituições num único organismo operativo administrado pelo Estado.

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