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Santander Totta

O princípio da fundação do Banco Santander aconteceu no dia 15 de Maio de 1857, dia em que a então Rainha Isabel II promulgou oficialmente, em sede de império, a criação da instituição, consagrando-a como empresa do sector. Desde essa data, o crescimento tem-se sucedido de forma sustentável e permitiu a manutenção de elevados níveis de qualidade que garantiram os lugares cimeiros em Portugal.

A política de internacionalização sempre foi uma prioridade dos consecutivos quadros de administradores e por isso mesmo não é estranho que desde cedo se tenha investido em outros mercados além do seu, o espanhol, nomeadamente em Portugal e na América Latina. Foi este o intuito que impulsionou a dinâmica atitude externa responsável pela aquisição do Banco Hispanoamericano (1900), Español de Crédito (1902) e Banco Central (1919), tomados pelo Grupo Santander e nele integrados, contribuindo para o fortalecimento do volume de negócio daquela que já era uma multinacional financeira de enorme sucesso.

O primeiro espaço além-fronteiras abriu em Havana, em 1947, desbravando caminho para o lote seguinte composto por agências oficiais na Venezuela, Argentina e México, tendo “emigrado” para Londres dez anos antes da celebração do primeiro centenário (1957), o qual coincidiu exactamente com o reconhecimento da entidade como a sétima maior instituição bancária do país vizinho, superando assim as melhores expectativas que haviam sido traçadas cem anos antes pelos seus fundadores.

A chegada definitiva a Portugal acontece em 1999, praticamente duas décadas após a compra de uma participação no Banco de Comércio e Indústria em Portugal (1980). Desta feita, em plena entrada para o virar do milénio, a aquisição em terras lusas incluiu Totta e Açores, reforçando ainda uma série de parcerias estratégicas, sobretudo com entidades já estabelecidas nas nações de origem.

Contudo, a grande expansão do Grupo Santander teve lugar em 2003, com a sua implantação global a atingir um total de 12 países europeus (Alemanha, Áustria, Espanha, Holanda, Hungria, Itália, Polónia, Portugal, Noruega, República Checa, Reino Unido e Suécia), além das filiais na América Latina e nos Estados Unidos da América.

Actualmente, e segundo os dados relativos ao ano passado, o Santander é considerado o terceiro maior banco do mundo, possuindo um total de lucros na ordem dos 8.876 milhões de euros, sendo por consequência, uma das instituições bancárias mais representadas nos quatro cantos do planeta, com uma criação de riqueza bolsista que faz “corar de inveja” os seus concorrentes directos a cada ano que passa.

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